.: Ministrações

Domingo 06/08/2006

Ministro: Pr. José Carlos
 

Não Para Levantar um eterno NÃO

O Tempo parece ser propício para o bom sentimento religioso.
Há um espírito de alegria, a mensagem é animadora.
É algo que não dá nem para questionar.
O evangelho é uma mensagem bem positiva.
É uma mensagem de salvação e de redenção uma palavra de graça e de alegria. Mas não é uma graça barata, nem uma alegria fácil.
E é exatamente aqui que me encontro ansioso. Com o espírito religioso de nossos dias, um espírito que embrulha e vende o "evangelho".
Como se faz com óleo de cobra, um remédio de charlatão de rápida ação, que cura tudo e nada exige.
O Evangelho no final das contas é bastante confortador, mas não se inicia assim.

A palavra de Cristo no começo nos desfaz em pedaços, nos desmascara, nossos pecados. (Leia Rm. 13)

1 - Submissão as autoridades.
2 - Amor ao próximo.

Depois com amor e cuidado nos torna inteiros de novo ( Sl. 51:8)

> O evangélho é livre, mas não é fácil.
I Co. 6:12 - " Todas as coisas me são lícitas..., mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas".
I Co. 10:23 - "Todas as coisas me são lícitas ..., mas nem todas meedificam".
> Não há nascimento sem dores de parto
Gn. 3:16 " ... em dor darás á luz ..."
> Não há liberdade sem disciplina.
Rm. 13;1 - "Toda pessoa esteja sujeita ás autoridades superiores, pois não há autoridade que não venha de Deus. as autoridades que há foram ordenadas por Deus".
> Não há vida sem morte.
Jo. 12:24 - "... se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, ficar só ..."
> Não há "SIM" sem "NÃO"

E nesse espírito que gostaria de compartilhar esse tema: " Não para levantar um eterno NÃO".

Temos que reconhecer que a vida em Cristo tem inimigos que têm que ser restituidos sem compromisso.
Não para levantar um eterno NÃO".

O que podemos dizer da "Carne"

Será que os homens receberam duas naturezas na criação uma má e outra boa?
Ou será que pelo pecado de Adão entrou no homem algua perversidade profundamente arraigada?
A resposta dessas duas perguntas é um inequivoco "NÃO".

Quando Deus ciou o homem, este foi declarado completamente "bom". Gn.3:31 - " Viu Deus tudo o que tinha feito, e que era bom ..."

Todo homem que pecou desde Adão até os nossos dias o fez por necessidade?
Não foi por necessidade, mas sim por livre escolha.
Os homens pecam porque querem. Ec. 7:29 - " ... Deus fez ao homem reto, mas os homens buscaram muitas astúcias".
Nós somos espirituais ou carnais por natureza?
Não, mas somos capazes das duas coisas, e, como seres humanos, temos de escolher entre esses dois caminhos e nos responsabilizar por nossa escolha.

Podemos usar a carne em referência ao corpo físico ( Rm - 2:28) ou ao aspecto humano (Rm.3:20)

A palavra significa muito mais do que isso em Gálatas 5:16-24.
O corpo pode tornár-se um instrumento da glória de Deus ( Rm. 12-1), (I Co.6:20), mas a "carne" não. ( Rm. 12-1)
O corpo pode ser redimido e transformado ( Rm. 8:23), (Fp. 3:21), mas a "carne" deve morrer (Gl. 5:24)
A "carne" é que milita contra o Espírito
Não é a mente o intelecto.
Pois a mente, como o corpo, pode ser transformada e renovada, treinada para servir aos propósitos divínos. ( Gl. 5:24)

Quem é essa "Carne" nossa mente ou nosso corpo.

Não é nem a mente nem o Corpo em si mesmo, mas uma atitude pela qual o homem opta e que o põe contra Deus.
Na "mente carnal" a vontade do homem torná-se suprema.
Seus desejos têm que ser atendidos acima de todas as coisas
Estes podem ser as concupiscências da carne ou os desejos da mente (Ef.2:3), mas serão satisfeitos a qualquer custo.
Por isso "as obras" da carne que Paulo adverte, abrangem mais do que os apetites do corpo.
Talvez estes são as menores da enfermidades espirituais.
Porque é na mente que escolhemos servir a nós mesmos.
E é na mente que nos tornarmos arrogantes e egoistas e tomamos decisões que o corpo ( Rm. 1:24), e escurecem o raciocinio.
Viver em toda obra carne significa fazer o que eu quero e não simplismente satisfazer meus desejos carnais, mas atender os desejos do meu ego.
O orgulho e a paixão vivem na "carne" e em perfeita harmonia.

>>> Conclusão

Precisamos conhecer os nossos inimigos
Não são as pessoas, mas os desejos pervesos que procuram roubar o nosso coração de Deus.
Mas existe uma forma racional de enfrentarmos esses adversários crucificá-los impiedosamente e sem olhar para tráz (GL. 5:24)
"Não" para levantar um eterno "Não", mas para reconhecer que a vida em Cristo tem para reconhecer que a vida em Cristo tem inimigos mortais que tên que ser resistidos sem comprmissos.

>>>Qualquer dúvida envie um e-mail para: prjosecarlos@batistarestituicao.com.br

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